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Respostas da Codesp e da Prefeitura de Santos

Fonte: A Tribuna Santos – veiculada em 28/08/2016

Em resposta, a Codesp afirma que desde 2010 faz um monitoramento do Perfil Praial, que indica que a frequência de ocorrência de ressacas vem aumentando nas últimas cinco décadas, sendo que as principais causas para essa elevação do número de registros a partir de 2001 parecem estar mais ligadas aos mecanismos e processos naturais, associadas às mudanças climáticas e à elevação do nível relativo do mar. Segundo a companhia, antes da dragagem de aprofundamento o canal tinha 14 metros. A Prefeitura de Santos também
atribui a maior intensidade de ressacas ao problema global de elevação do nível do mar. A Administração Municipal se comprometeu, com o Ministério Público Estadual (MPE), a apresentar até março de 2017 projetos emergenciais e definitivos para a questão da erosão e efeitos da ressaca que afetam a Ponta da Praia. Para tanto, contará com R$ 4 milhões provenientes de multa ambiental aplicada a uma empresa. A ideia é que na próxima temporada de ressaca (de abri l a setembro) as medidas emergenciais.

Categoria(s): Ecoporto

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